domingo, 15 de maio de 2011

15 de maio - Dia Internacional da Família

Conjunto formado por duas pessoas ligadas pelo casamento e pelos seus eventuais descendentes. Isso mesmo, essa é uma das definições sobre FAMÍLIA encontrada no dicionário. Mas acredito que a importância dessa palavra vai muito mais além do que a ligação matrimonial. Ela caracteriza amor, aliança, laços eternos, instituição divina e uma das mais importantes bases da nossa vida.

Hoje, pela correria do dia a dia, colocar a família em primeiro lugar é uma tarefa que nem todos conseguem. Essa faceta requer abdicação do próprio eu, menos projeto social e dinheiro, convicção e disciplina... Sim, tudo isso porque precisamos dar o devido valor à instituição familiar, ao invés de nos projetarmos num mundo sem ela para alcançarmos níveis altos do socialismo.

No livro de Stephen Kanitz, Família Acima de Tudo, ele menciona por que priorizar a família vale a pena: "Nenhum sucesso na vida compensa um fracasso no lar". Em artigo sobre a publicação, ele emenda: qual o verdadeiro "sucesso" de ter um filho drogado por falta de atenção, carinho e tempo para ouví-lo no dia a dia? De que adianta fazer uma fortuna para ter de dividi-la pela metade num ruinoso divórcio e pagar pensão à ex-esposa para o resto da vida?

Um dia, em conversa com uma tia que sempre atuou em projetos sociais, eu disse que em algumas famílias, os carinhos, a união e os cuidados excessivos estragam as pessoas, deixando-as mimadas demais. Ela me respondeu: Cris, você não verá uma pessoa que recebeu amor demais virar um marginal! Amor, cuidado e laço familiar são as melhores coisas para a conduta de uma pessoa! Calei diante da resposta. Claro, tudo há exceções, mas nunca mais esqueci esse comentário e sempre reflito nessa frase!

A importância da família é algo tão precioso que vemos relatos que a mencionam como fonte de inúmeras influências: no desenvolvimento infantil, no tratamento de doenças, nos desafios profissionais, nas lutas, nas vitórias e em mais um monte de situações em que ela é a principal acolhedora e auxiliadora.

Diante disso, como não crer que é uma das mais importantes instituições criadas por Deus? Viver junto a ela e cultivá-la como fonte de amor, carinho, esperança e realização pessoal são caminhos extremamente gratificantes que vão resultar em momentos preciosos e únicos, que perpetuarão até o final das nossas vidas! Lu, Rafa e Giu, minha família linda!

domingo, 8 de maio de 2011

O vínculo de mãe e filho


Hoje estou “me achando”. Cheia de paparicos, festinha na escola das crianças, presentinhos, beijinhos, carinhos, palavras de amor, café da manhã na cama preparado pelo maridão e pelos meus filhos lindos... é Dia das Mães, né?! (calma pais, em agosto vocês são a bola da vez). Claro, não posso negar que meu coração fica um pouco apertado, pois estou morreeeendo de saudades da minha mama que está em terras catarinenses, mas essa saudade pode ser um tanto compensada porque hoje é meu dia também! De qualquer modo, também já nos falamos por telefone e declarei meu imenso amor por ela.
Ser mãe é presente de Deus mesmo! Uma missão deliciosa e muito maravilhosa! Essa semana li uma matéria na revista Crescer que me chamou a atenção. Sei da importância do vínculo entre mãe e filho e da influência que as mães possuem no desenvolvimento dos bebês. Mas os dados de uma pesquisa frisaram essas questões.
A matéria mencionou estudos realizados no Canadá, conduzido conjuntamente pelas universidades de Montreal e de Minnesota (EUA), sobre o papel da mãe no primeiro ano de vida da criança. O resultado, que contou com cerca de 80 mães e seus bebês de um ano de idade, apontou que a interação com a mãe no primeiro ano de vida ajuda a criança a desenvolver melhor suas funções cognitivas, como a habilidade de controlar impulsos e de se lembrar de coisas.

Além disso, os pesquisadores descobriram que também a maneira com que a mãe brinca com a criança é importante para o seu crescimento. As habilidades cognitivas do bebê desenvolvem melhor, por exemplo, quando a mãe atende prontamente aos pedidos de ajuda de seu bebê, conversa sobre os gostos, pensamentos e memórias de seu filho durante uma brincadeira, ou encoraja que o pequeno organize boas estratégias para solucionar seus problemas.

Outro estudo vai além e sugere que a maneira como as mães interagem com os bebês até 1 ano de idade interfere no comportamento da criança entre 4 e 13 anos. Cientistas da universidade de Chicago analisaram 1.800 crianças e avaliaram suas reações em vários tipos de atividades e os estímulos que recebiam da mãe. O resultado indicou que aquelas estimuladas no primeiro ano de vida apresentam baixo risco de ter problemas de comportamento, como bullying, mentiras, desobediência, entre outros.

E tem gente que pensa que bebê não aprende nada até 1 ano! Rita Calegari, chefe do setor de Psicologia do Hospital São Camilo, em entrevista para a Crescer, disse que o enorme trabalho neurológico e químico que um bebê faz nos primeiros 12 meses não acontecerá dessa maneira em nenhuma outra fase de sua vida. Aquele bebê, que parece não interagir com os pais nos primeiros dias, logo começa a reconhecer as pessoas, a falar, andar e mexer em objetos. Todo o aprendizado nessa etapa se refletirá na sua forma de se relacionar com o mundo. E os cuidados maternos, cujos estímulos vão desde uma troca de fralda ou da amamentação, por exemplo, vão definir seus valores, caráter, nível de tolerância. Saudades dessa fase com a Giu e o Rafa, meus filhotes!

A psicóloga também afirma que é preciso que, muito mais do que os cuidados básicos, como dar banho ou a papinha na hora certa, a criança seja estimulada mesmo longe dos olhos dos pais, seja com uma música, um brinquedo ou um banho de sol. Portanto, mães, interajam com seus filhos, eles agradecem! Feliz Dia das Mães!