quarta-feira, 20 de abril de 2011

Para equilibrar...

Nunca havia feito, mas meu pai me deu de presente um cupom para uma sessão de reflexologia, por isso, arrisquei e a-do-rei! Para quem não sabe do que se trata, a reflexologia é uma terapia milenar praticada pelos chineses, indianos e indígenas, baseando-se na pressão e massagens de pontos e zonas nos pés e nas mãos, na maioria dos casos. 

A prática compreende a estimulação de determinados pontos situados nos pés, por exemplo, que se relacionam a regiões específicas do corpo humano, conhecidas como áreas reflexas. Quando esses pontos são pressionados, o corpo relaxa, a circulação sanguínea melhora e os órgãos e glândulas se equilibram.

Conforme afirmam os especialistas, a maioria dos problemas de saúde está relacionada ao estilo de vida, portanto, a reflexologia se apresenta como uma terapia útil, não invasiva, sem contraindicações, que estimula o funcionamento correto do corpo, fortalecendo o organismo e desbloqueando tensões.

No Brasil, o Ministério da Saúde não reconhece a prática como uma terapia complementar, ao contrário do Reino Unido. Segundo informações cedidas por Louise Keet - diretora da London School of Refl exology (Reino Unido) e autora do livro A bíblia da reflexologia, um guia definitivo para a reflexologia (Pensamento)-    publicadas na Revista Viva Saúde, esta não é uma terapia para diagnosticar doenças, nem um tratamento médico. “Ela não cura: só o corpo pode fazer isso. A reflexologia apenas facilita sua recuperação", diz Louise.

Enfim, só por uma sessão pude desfrutar de alguns minutos dessa técnica. Um arraso! Já marquei outras sessões! Mas antes de aderir à terapia, alguns profissionais recomendam a procura pelo médico, principalmente para pacientes com doenças graves ou problemas cardíacos ou cardiovasculares. Abaixo, uma ilustração dos pontos reflexos:

Imagem publicada na "Viva Saúde"

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dica para a Páscoa

Não podia deixar de passar essa dica.
Olha cada coisa lindaaaaa para Páscoa! Amooo!


Fica a alternativa para quem quer sair do convencional.


A Sarah's Family tem opções maravilhosas e fofas para todo o tipo de presente.


A loja fica na Rua Itapura, 1532 - Tatuapé - SP


terça-feira, 12 de abril de 2011

Abaixo à garupa

Eu e meu maridão
Quem disse que lugar de mulher é na garupa? Nada disso! Cada vez mais o número de mulheres no comando das motocicletas está aumentando. De acordo com dados de nove Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), o crescimento do público feminino na direção de duas rodas varia de 20% a 33,1%. Só em São Paulo, o ano passado, foram cadastradas 5,5 milhões de CNHs de todas as categorias. O crescimento foi de 20,4%.

Portanto, “a mulherada tá na área”! Eu, por exemplo, ainda terei coragem de voltar ao piloto. Sofri um acidente e nunca mais pilotei, mas sou casada com um fanático e me divirto muito nos “rolês”, mesmo que “garupando”. Por isso, fico antenada com esse universo.

Com o aumento das motociclistas, empresas também procuram se adaptar e inovar para atender à necessidade desse “target”, principalmente em acessórios e roupas especiais. Capacetes modelados e decorados, botas e luvas de couro, jaquetas com mais bolsos, roupas mais ajustáveis ao corpo, tudo isso para chamar a atenção das mulheres.

Mas para aquelas que pretendem iniciar esse “hobby”, ou, estilo de vida, como algumas defendem, entrevistei Flávia Macedo Codonho, proprietária de uma Harley Davidson “Fat Boy” e sócia – diretora da Henko Garage (http://www.henkogarage.com.br), para colher as dicas iniciais.

- Como você começou a pilotar uma moto?
Flávia: Sempre fui garupa, mas era louca para pilotar. Tomei coragem quando meu filho começou a perguntar ao pai: "você vai levar eu na garupa ou minha mãe?”. Com isso, coloquei o desejo em prática, assim podia levar meu filho comigo nos passeios e sairíamos em família.

- Há preconceito por mulheres motociclistas?
Flávia: Sim! Os homens acham que não somos capazes de pilotar igual a eles, ou até melhor, em alguns casos. Alguns jogam a moto em cima para intimidar, mas para o azar deles, não me intimido tão fácil (rs)

- Para aquelas que querem iniciar, quais as principais dicas?
Flávia: Ter a certeza de que “você é capaz”. É só ter calma, paciência e, principalmente, confiança. Nós, mulheres, somos mais tranquilas no trânsito, pensamos mais no próximo, assim facilitamos muito para a diminuição de acidentes, principalmente os de alta velocidade.

Há um modelo ideal para as mulheres iniciarem?
Flávia: O Ideal é se sentir confortável na motocicleta. Sei que no inicio até as motos menores são complicadas, mas, aos poucos, cria-se confiança. É como andar de bicicleta, quando você tira a rodinha dá um pouco de medo, mas depois é automático.

- É importante a mulher ingressar em algum “moto clube”?
Flávia: Importante é conseguir tempo pra andar de moto (rsrs). Moto clube é um pouco complicado, existem vários, com regras, manias, compromissos. Eu, particularmente, não gosto desse tipo de obrigação. Gosto de andar quando estou  com vontade, afinal já tenho a obrigação da casa, trabalho, filhos, marido...Não preciso de mais obrigações. (rsrs). A moto, no meu caso, serve para diversão, curtir a natureza, curtir os amigos, os lugares, sem hora marcada. Gosto de relaxar, aproveito pra colocar a cabeça em dia, o vento no rosto parece que tira tudo de ruim que você acumula no dia-a-dia corrido e cansativo.

- Quais as roupas mais indicadas para a iniciante?
Flávia: Iniciante ou não, é importante usar bota, capacete, jaqueta (de couro e com proteções), luvas, tudo isso para segurança. Por mais que a pessoa não queira cair, ela precisa estar “preparada” para qualquer tombo. Mesmo sem cair, podemos ser atingidos por pedras na estrada (que doem muuuuito), ou até mesmo a chuva, que em velocidade, os pingos parecem pedras (rsrsrs). As botas são importantes para evitarem torções até mesmo quando paramos a moto. Coisas simples, mas que muitas vezes nos tiram de apuros.


Ladies of the Road
Flávia é a segunda (da esquerda para direita) na fileira de cima

-  Há cursos para mulheres?
Flávia: Existem, tanto para homens quanto para mulheres. São os cursos de pilotagem defensivas, ou pilotagem preventiva, que ajudam, desde como parar a moto, até como entrar numa curva em alta velocidade. São treinadores preparados que ajudam com o desempenho na moto, como, por exemplo, andar em baixa velocidade, que para aqueles que pilotam uma moto “custom” é muito importante.


- Há diferença na pilotagem de uma “speed” e uma “custom”?
Flávia: Sim, é bem diferente. A “Speed” é muito leve, alta velocidade, resposta rápida tanto na aceleração, quanto na frenagem. É uma moto “arisca”, que se andar devagar, vai cair. A “custom” é muito pesada, moto para andar olhando a paisagem, curtir a estrada, curtir a garupa, sem pressa, aproveitando a viagem. Quem pilota uma, com certeza, pilota a outra também, mas com toda a convicção que vai preferir apenas um modelo.




quinta-feira, 7 de abril de 2011

O milho no Anhangabaú

Cômico se não fosse trágico! Observo muito a atitude dos usuários do metrô quando o utilizo, afinal, ajuda a passar o tempo e faz a lista de “pérolas” e “casos bizarros” aumentar. Claro, tenho uma aliada nesta saga de observação. Minha amiga e companheira de metrô, quando o carro está no rodízio ou quando a carona pisa na bola.

Enfim, em nossas viagens metropolitanas, sempre há “o ser” que entra no metrô lotado, acompanhado de um pratinho de milho, principalmente no Anhangabaú. Fatal...Não tiramos os olhos deste personagem para ver até onde vai a audácia dessa comilança. Já vimos o prato cair em uma das paradas bruscas do trem. Também presenciamos uma “briguinha” interna entre os usuários, reivindicando o descarte do pratinho etc etc etc. 

Mas essa semana foi hilário ver, na linha leste-oeste (claro, ZL sempre!), uma senhora entrar com dois guarda-chuvas (daqueles enormes), três sacolas de compras, a bolsa a tira colo e o PRATINHO. Rir foi inevitável, postar no FB também. Mas mais engraçado foi descobrir que o tal pratinho era de PAMONHAAAAA! Nossa curiosidade foi saber se ela conseguiria se equilibrar no metrô, cortar a pamonha, segurar os guarda-chuvas, as sacolas, a bolsa e levar o garfo até a boca. Ela conseguiu (hahahahaha!). Se vira nos 30, né?!

Mas, gente, vamos lá, comer no metrô não dá, né?! Recentemente, publicado no Portal Terra, o presidente da Autoridade Metropolitana do Transporte (MTA) de Nova York, Jay Walder, rejeitou a ideia de proibir comer no metrô, proposta por alguns membros do organismo depois de uma polêmica surgida na internet por causa de um vídeo postado no YouTube.

A gravação mostra uma mulher que começa a brigar com uma jovem que come um prato de espaguete no metrô. O tom da discussão vai aumentando até que a jovem taca o prato de comida sobre a mulher.

"Este é um sistema pelo qual cinco milhões de pessoas passam por dia, não tenho certeza de que proibir a comida seja realmente prático nem possível de ser aplicado", disse Walder na reunião mensal mantida pela direção da MTA, publica o jornal "Daily News".

"Acho que todos temos a responsabilidade de tentar tratar nosso sistema de metrô e os demais passageiros com respeito. Acho que isso se estende também à comida", acrescentou o principal responsável da Autoridade Metropolitana do Transporte nova-iorquino.
Cheiro a parte, conduta de higiene, respeito ao próximo e boas maneiras também, né?!